Mobilização trava votação da reforma da previdência na Alesc

A mobilização dos trabalhadores públicos do Estado e a atuação política do SINJUSC e demais sindicatos conseguiram adiar a votação da reforma da previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alesc. O projeto, antes da audiência pública, seria apreciado hoje (10/03), mas o relator deputado Mauricio Eskudlark não pautou e nem apresentou extra-pauta. O Sindicato esteve em vigília nesta terça-feira na assembleia acompanhando a sessão e dialogando com parlamentares.

Na Comissão de Finanças e Tributação (segunda comissão que analisará a matéria) o rito também deve sofrer entrave, uma vez que o presidente, deputado Marcos Vieira, já declarou que ainda desconhece os impactos da reforma e precisa de mais tempo para analisar o projeto.

Como não foi votado hoje na CCJ, o projeto deve entrar na pauta da próxima sessão, no dia 17/03. Por isso, é necessário manter vigília e pressionar. Vale mandar e-mail ou recado nas redes sociais (aqui você encontra os contatos e as redes de todos os deputados estaduais). A presença também é de suma importância!

A expectativa do governo era que a reforma fosse aprovada até 24 de março (regime de urgência), mas desde o início da tramitação as categorias do funcionalismo público resistiram e se organizaram para que isso não ocorra.

Reuniões de estratégias, diálogos com o Tribunal de Justiça, Associação dos Magistrados Catarinense (AMC), articulação com outros sindicatos, atos e audiências públicas, debates, palestras e atuação jurídica foram ferramentas usadas pelo SINJUSC para defender a aposentadoria dos servidores do judiciário catarinense.

Mobilize-se e defenda sua aposentadoria!

Para se informar sobre os impactos da reforma nos seus direitos, clique aqui, aqui, aqui ou aqui.

Para somar na luta, veja aqui o que você fazer.

Para acompanhar o trabalho do SINJUSC em defesa da previdência, clique aqui.

Agenda|
O quê? Vigília na Alesc
Quando? Dia 17/03, a partir das 9h
Por quê? O projeto da reforma da previdência deve ser apreciado na CJJ e se passar, segue para análise da Comissão de Finanças e, por último, na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

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